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Oi, eu sou o Goku!

Bbrincadeira. Apesar de ser um saiyajin, meu nome é Thiago d’Evecque e sou o autor de Limbo e alguns contos. Além de ler e escrever, gosto de HQs, sitcoms, séries, animes, mangás, podcasts, Hora de Aventura, ver até onde o meu corpo e minha sanidade aguentam cafeína, música instrumental (algumas clássicas, mas o principal são trilhas sonoras de games e filmes, mesmo), videogames e tocar ukulele. Impressione-se com meus MAD SKILLZ (e com a minha cara de bunda):

Incrível, né?

Sobre minha produtividade e afins, meus dias são metodicamente estruturados.

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ESCREVER
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LER
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VIDEOGAME
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CAFÉ
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INVENTAR MANEIRAS DE PROCRASTINAR

Muitas pessoas perguntam como e por que comecei a escrever. É uma história bem meh. Não venho de uma família de escritores (e nem de leitores, aliás) e a escrita também não salvou minha vida de maneira cinematográfica.

Tudo começou com a leitura. Mais especificamente com gibis, uma paixão até hoje. Lia muito Recruta Zero, Conan, Turma da Mônica, Menino Maluquinho, os títulos da Disney, como Mickey, Pato Donald e Zé Carioca, os títulos da Marvel e da DC (sem fazer ideia do que era Marvel ou DC). Minha mãe sempre incentivou esse hábito e era uma alegria imensa quando ela voltava do trabalho com um gibi novo.

Nessa época, eu também gostava muito de desenhar, e fazia histórias em quadrinhos de ninjas e outros contos cheios de sangue e ação. Parte da minha influência vem de assistir filmes absurdamente violentos, das décadas de 1980 e 1990, sem supervisão adulta (e muitas vezes com meu pai. Era uma época diferente).

Na adolescência, conheci a ficção fantástica e surgiu a vontade de escrever. Eu diria que o principal culpado desse hábito terrível foi Terry Pratchett, autor de Discworld e várias outras obras. A crítica disfarçada com humor, a sagacidade em transportar para a fantasia os problemas do nosso mundo e as situações surreais encaixaram-se perfeitamente na minha personalidade em formação. Foi um caso de amor pra vida toda. Ainda na adolescência conheci Holy Avenger, HQ nacional de fantasia, e todo o cenário de RPG: Tormenta, D&D, Arcanum, 3D&T, e por aí vai. Isso me influenciou e muito para escrever. Depois conheci Douglas Adams, e, junto com Pratchett, percebi que era possível escrever para se divertir e divertir os leitores. O livro não precisava ser algo levado mortalmente a sério, uma mensagem profunda disfarçada de literatura.

Bernard Cornwell, André Vianco, Marcelo Hipólito e muitos outros também  contribuíram para formar meu paladar literário. Só fui escrever, entretanto, anos depois. A ideia de completar um livro era algo que eu não compreendia muito bem, uma atividade reservada para poucos indivíduos com inspirações divinas. Aí eu descobri que a inspiração não tem nada a ver com a escrita.

Por aí

Para saber mais sobre minha pessoa humana e meus pensamentos avassaladores, sórdidos e profundos, seja lá por qual motivo, veja algumas entrevistas e participações minhas pelas internets:

Carina Pilar: Conheça o autor Thiago d’Evecque

Vai Lendo: ‘Limbo’, a estreia fantástica de Thiago d’Evecque na literatura

Saphy: Um pouco sobre Thiago d’Evecque

Ficções Humanas: Entrevista

Ponto de Acumulação: Entrevista para o Oscar Literário 2017

Meus trabalhos

limbo capa 2500
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LIMBO

LIMBO mistura elementos e referências de videogames, RPGs, HQs, animes, mangás, filmes, séries e … More →

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Obrigado pela leitura!

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