Sse há um jeito fácil e um difícil de realizar determinada atividade, existe algum motivo para escolher o mais difícil? De acordo com o escritor especialista em Marketing, Seth Godin, sim. Tentar o caminho mais complicado, de vez em quando, pode ajudar a melhorar o nosso método de trabalho e nos tornar mais eficientes.

Segundo Godin, colocar limites artificiais em uma tarefa permite iluminar onde estão os pontos fracos e consertá-los. Quando voltamos à atividade pela maneira mais fácil, o processo será ainda mais simples.

O autor usou como exemplo a ocasião em que a Toyota removeu de suas prateleiras as peças excedentes do processo de montagem. Assim, se uma peça quebrasse, não poderia ser substituída por outra.

Sem essa rede de segurança, todos os fornecedores precisaram se esforçar mais. De repente, a qualidade das peças aumentou muito, o que, claro, fez a linha de montagem acelerar e cada carro acabou funcionando melhor, também.

Podemos tentar isso em nossos projetos: experimentar algo mecânico se estivermos acostumados com o automático, trocar o digital pelo analógico (escrevendo ou desenhando, talvez), etc. Quem sabe não melhoramos e descobrimos algo interessante sobre a forma como trabalhamos, uma nova forma de ver as coisas?

Para ler o artigo completo: What’s at the bottom of the river?

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