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Qquando determinamos objetivos pessoais, o que temos em mente geralmente é a visão final do que buscamos alcançar. É uma visão ambiciosa, mas que acaba deixando de lado passos importantes, como a construção do hábito necessário para nos levar até lá.

Objetivos grandes e ambiciosos podem ser fonte de motivação, mas costumam ser algo tão abrangente e carregado de significados (escrever um livro!, ser um escritor!, terminar uma HQ e vender milhões!) que o tiro muitas vezes sai pela culatra – a dificuldade e o tamanho da tarefa levam à procrastinação. Temos medo de continuar.

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Sse há um jeito fácil e um difícil de realizar determinada atividade, existe algum motivo para escolher o mais difícil? De acordo com o escritor especialista em Marketing, Seth Godin, sim. Tentar o caminho mais complicado, de vez em quando, pode ajudar a melhorar o nosso método de trabalho e nos tornar mais eficientes.

Segundo Godin, colocar limites artificiais em uma tarefa permite iluminar onde estão os pontos fracos e consertá-los. Quando voltamos à atividade pela maneira mais fácil, o processo será ainda mais simples.

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Oo segredo para ler muito e ler rápido é saber o que não ler. E saber desistir de certos livros.

E acredite em mim, eu sei o quanto isso é difícil. Nós, que amamos livros, sentimos uma espécie de obrigação moral para terminar todos os que começamos. Mesmo que a leitura seja completamente errada para nós naquele momento. A culpa toma conta, sentimos vergonha por querermos abandonar um livro. E se a leitura melhorar algumas páginas depois?

Ler deve ser uma atividade prazerosa, um entretenimento, e não uma obrigação tediosa (a não ser quando é, de fato, uma obrigação. Ignore o post nesse caso). Ainda que estejamos lendo para nos aprimorar em determinada área, se a leitura não flui bem, muito provavelmente a culpa é do livro, e não nossa. E está tudo bem. Não tem problema.

Pare de ler livros de que não gosta. Abandone leituras que considera chatas.

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Aatendendo a inúmeros pedidos do meu próprio cérebro, resolvi criar uma playlist para Limbo.

O intuito é ouvir as músicas durante a leitura do livro. Vale lembrar que uma playlist é absolutamente pessoal e, ainda que minha, não é oficial. Fique à vontade para mudar as escolhas que fiz.

Deu um trabalho miserável criar essa playlist, principalmente porque existem músicas boas demais e foi difícil escolher apenas algumas. De qualquer forma, limitei a seleção apenas a músicas instrumentais e somente duas músicas por capítulo para ter algum tipo de controle.

Eu gostei bastante do resultado final e espero que vocês também se divirtam. Se tiverem sugestões, deixem um comentário.

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Sshigeru Mizuki foi um autor de mangás mais conhecido por GeGeGe no Kitaro. Morreu em 2015, aos 93 anos, ainda em atividade e sucumbindo, de vez em quando, para a tentação do McDonald’s, como vemos na foto.

Mizuki foi responsável por reativar o interesse do público no yokai, espécie de demônios e fantasmas do folclore japonês. O tema teve seu auge no ocidente, talvez, com Yu Yu Hakusho e InuYasha.

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Qquantas vezes os seguintes pensamentos já passaram por você durante um projeto: essa ideia é idiota demais? Alguém vai gostar disso? Por que estou perdendo meu tempo aqui? Isso está bom o suficiente? O que vão pensar de mim?

Se você se julga constantemente durante o processo criativo, é hora de desligar o perfeccionista que habita o seu cérebro.

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Eestou sempre pensando no papel das influências na escrita, e em como isso me afeta. Particularmente, procuro escrever como meus ídolos, sem nenhum pudor ou fazer segredo sobre isso. É algo que almejo e, sinceramente, me orgulho bastante.

Claro, também é importante achar a própria voz. Mas ela é algo que vem com o tempo, com a experiência, com a quantidade. Até lá, o que fazer?

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Ddar o primeiro passo pode ser a parte mais difícil de um projeto.

Começar algo diferente provoca medo, um medo que pode nos paralisar. E sucumbir a ele é horrível — significa que já falhamos, porque ninguém vai nos ler, nos ouvir, nos ver.

O negócio é que precisamos investir nas nossas ideias idiotas.

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