Você não se prepara para construir uma parede. Não diga "vou construir a maior e mais incrível parede que já existiu". Não se começa assim. Pense "vou colocar esse tijolo da maneira mais perfeita que um tijolo pode ser colocado". Faça isso todos os dias e logo terá uma parede.

Will Smith

Uma maneira de obter ideias é fazer algo chato. Elas voam para nossa cabeça como pássaros.

John Cage

Sshigeru Mizuki foi um autor de mangás mais conhecido por GeGeGe no Kitaro. Morreu em 2015, aos 93 anos, ainda em atividade e sucumbindo, de vez em quando, para a tentação do McDonald’s, como vemos na foto.

Mizuki foi responsável por reativar o interesse do público no yokai, espécie de demônios e fantasmas do folclore japonês. O tema teve seu auge no ocidente, talvez, com Yu Yu Hakusho e InuYasha.

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Uma ideia sua pode não ser original. Mas criar um livro a partir dela pode torná-la original.

Umberto Eco

Ggancho é um termo comum quando o assunto é escrever, seja no jornalismo, na ficção ou qualquer área. No livro Writing Active Hooks 1: Action, Emotion, Surprise and More, a autora Mary Buckham não só classifica os cinco principais tipos de gancho na ficção, mas também nos ensina a identificá-los e como e quando usá-los para o melhor efeito possível.

Alguns conceitos de escrita, pra mim, são imutáveis. O gancho é um deles. Seu uso mantém o leitor interessado na próxima frase, no próximo parágrafo, na próxima página, até o fim do livro. É claro que alguns ganchos vão fazer mais sentido para você do que outros (e alguns fazem mais sentido em determinadas histórias e gêneros), mas a teoria do livro é um ótimo ponto de partida e aprendizado para uma aplicação consciente dessa técnica — conheça a regra para entortá-la ou quebrá-la.

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Precisamos nos jogar de penhascos continuamente e desenvolver nossas asas durante a descida.

Kurt Vonnegut

Oo livro How to Develop Story Tension: 13 techniques plus the five minute magic trick guaranteed to keep your readers turning pages, de Amy Deardon, não tem enrolação nenhuma — a autora explica os elementos da narrativa e mostra o necessário para causar tensão. O conteúdo é básico e pode ser encontrado em livros maiores sobre estrutura, mas esse pequeno volume é ótimo para quem quer algo específico sobre o assunto.

Deardon começa explicando que, não importa se a história contém frases perfeitas e descrições de tirar o fôlego com metáforas profundas, se não houver tensão, é provável que o leitor a abandone.

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Roube. Roube uma ideia que você sabe ser boa, e tente reproduzi-la em um meio onde você conhece e entende. Ficará diferente o bastante da original porque será VOCÊ escrevendo.

John Cleese

Nnão importa quem você é — Stephen King, Neil Gaiman ou Clarice Lispector. A primeira versão de qualquer texto sempre será uma grande porcaria, seja uma redação, um conto, um comentário, uma matéria, um livro. Como Hemingway disse, “o primeiro rascunho de qualquer coisa é uma merda”.

Por que a sua professora de redação sempre insistia em fazê-lo escrever um rascunho e depois passar a limpo? Porque ela já conhece a característica universal de todos os primeiros textos — eles são horríveis.

E isso é ótimo.

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