Oo segredo para ler muito e ler rápido é saber o que não ler. E saber desistir de certos livros.

E acredite em mim, eu sei o quanto isso é difícil. Nós, que amamos livros, sentimos uma espécie de obrigação moral para terminar todos os que começamos. Mesmo que a leitura seja completamente errada para nós naquele momento. A culpa toma conta, sentimos vergonha por querermos abandonar um livro. E se a leitura melhorar algumas páginas depois?

Ler deve ser uma atividade prazerosa, um entretenimento, e não uma obrigação tediosa (a não ser quando é, de fato, uma obrigação. Ignore o post nesse caso). Ainda que estejamos lendo para nos aprimorar em determinada área, se a leitura não flui bem, muito provavelmente a culpa é do livro, e não nossa. E está tudo bem. Não tem problema.

Pare de ler livros de que não gosta. Abandone leituras que considera chatas.

Leia mais →

É fácil transformar em mitos Kurt Cobain ou o poeta Arthur Rimbaud, que se dirigiram ao extremo por sua arte e se esgotaram emocionalmente ou largaram o trabalho jovens como resultado. Difícil é manter a sanidade enquanto produz trabalhos geniais e continuar trabalhando de forma consistente durante uma longa carreira... Parte disso é saber quando não trabalhar. Há momentos para a produtividade, mas também há momentos para descansar, para absorver, para ver o que mais o mundo tem para oferecer.

Jessa Crispin em The Creative Tarot

Aatendendo a inúmeros pedidos do meu próprio cérebro, resolvi criar uma playlist para Limbo.

O intuito é ouvir as músicas durante a leitura do livro. Vale lembrar que uma playlist é absolutamente pessoal e, ainda que minha, não é oficial. Fique à vontade para mudar as escolhas que fiz.

Deu um trabalho miserável criar essa playlist, principalmente porque existem músicas boas demais e foi difícil escolher apenas algumas. De qualquer forma, limitei a seleção apenas a músicas instrumentais e somente duas músicas por capítulo para ter algum tipo de controle.

Eu gostei bastante do resultado final e espero que vocês também se divirtam. Se tiverem sugestões, deixem um comentário.

Leia mais →

Você não se prepara para construir uma parede. Não diga "vou construir a maior e mais incrível parede que já existiu". Não se começa assim. Pense "vou colocar esse tijolo da maneira mais perfeita que um tijolo pode ser colocado". Faça isso todos os dias e logo terá uma parede.

Will Smith

Uma maneira de obter ideias é fazer algo chato. Elas voam para nossa cabeça como pássaros.

John Cage

Sshigeru Mizuki foi um autor de mangás mais conhecido por GeGeGe no Kitaro. Morreu em 2015, aos 93 anos, ainda em atividade e sucumbindo, de vez em quando, para a tentação do McDonald’s, como vemos na foto.

Mizuki foi responsável por reativar o interesse do público no yokai, espécie de demônios e fantasmas do folclore japonês. O tema teve seu auge no ocidente, talvez, com Yu Yu Hakusho e InuYasha.

Leia mais →

Uma ideia sua pode não ser original. Mas criar um livro a partir dela pode torná-la original.

Umberto Eco

Ggancho é um termo comum quando o assunto é escrever, seja no jornalismo, na ficção ou qualquer área. No livro Writing Active Hooks 1: Action, Emotion, Surprise and More, a autora Mary Buckham não só classifica os cinco principais tipos de gancho na ficção, mas também nos ensina a identificá-los e como e quando usá-los para o melhor efeito possível.

Alguns conceitos de escrita, pra mim, são imutáveis. O gancho é um deles. Seu uso mantém o leitor interessado na próxima frase, no próximo parágrafo, na próxima página, até o fim do livro. É claro que alguns ganchos vão fazer mais sentido para você do que outros (e alguns fazem mais sentido em determinadas histórias e gêneros), mas a teoria do livro é um ótimo ponto de partida e aprendizado para uma aplicação consciente dessa técnica — conheça a regra para entortá-la ou quebrá-la.

Leia mais →

Precisamos nos jogar de penhascos continuamente e desenvolver nossas asas durante a descida.

Kurt Vonnegut